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Archive for the ‘Sexualidade’ Category

PORQUE É ERRADO A HOMOSSEXUALIDADE – JOHN PIPER

15/06/2010 1 comentário
Categorias:Sexualidade

O RENASCIMENTO DE SODOMA

24/04/2010 4 comentários

Por Renato A. O. de Andrade

“Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, tu, ó terra; porque o SENHOR tem falado: Criei filhos, e engrandeci-os; mas eles se rebelaram contra mim. O boi conhece o seu possuidor, e o jumento a manjedoura do seu dono; mas Israel não tem conhecimento, o meu povo não entende. Ai, nação pecadora, povo carregado de iniqüidade, descendência de malfeitores, filhos corruptores; deixaram ao SENHOR, blasfemaram o Santo de Israel, voltaram para trás. Por que seríeis ainda castigados, se mais vos rebelaríeis? Toda a cabeça está enferma e todo o coração fraco. Desde a planta do pé até a cabeça não há nele coisa sã, senão feridas, e inchaços, e chagas podres não espremidas, nem ligadas, nem amolecidas com óleo. A vossa terra está assolada, as vossas cidades estão abrasadas pelo fogo; a vossa terra os estranhos a devoram em vossa presença; e está como devastada, numa subversão de estranhos. E a filha de Sião é deixada como a cabana na vinha, como a choupana no pepinal, como uma cidade sitiada. Se o SENHOR dos Exércitos não nos tivesse deixado algum remanescente, já como Sodoma seríamos, e semelhantes a Gomorra. Ouvi a palavra do SENHOR, vós poderosos de Sodoma; dai ouvidos à lei do nosso Deus, ó povo de Gomorra.” – Isaías 1:3-10

As antigas cidades de Sodoma e Gomorra são conhecidas pela maioria das pessoas que tem algum conhecimento bíblico mínimo. Sabe-se que elas foram destruídas por Deus principalmente em razão de sua grande imoralidade sexual, onde o homossexualismo, os estupros, as fornicações eram rotina social daquele povo. Havia também, segundo escritos rabínicos antigos, a chamada “cama de sodoma”, onde alguns dos viajantes estrangeiros eram submetidos a sessões de sadismo, nas quais geralmente se o estrangeiro fosse maior do que o sodomita, este lhe amputaria para que chegasse ao seu tamanho, para então ter relacionamentos sexuais. Tão grande era a perversidade dos habitantes de Sodoma e  Gomorra que várias vezes Deus estava querendo destruí-los, mas não o fez enquanto ouvesse esperança. Porém, a situação chegou a tal ponto, que o juízo de Deus não poderia esperar mais. Assim, no mesmo dia, segundo informações da geografia que circunda a região, uma atividade vulcânica intensa produziu “fogo e enxofre dos céus” e destruiu as cidades completamente… ou assim se supunha. As cidades de fato foram destruídas, mas sua ideologia sexual imoral continuou viva.

Chega-se então no relato do livro de Juízes, que apresenta uma história bastante parecida, onde o povo de Israel estava sem rei e cada um fazia o que bem lhe interessava. Conta-se  no capítulo 19 que um levita estava passando por uma cidade, e teve que passar a noite ali. Aconteceu que os homens da cidade quiseram estuprar tal levita e chegaram a casa onde estava hospedado, e fizeram um pedido ao dono da casa de lhes entregar o hóspede, o que lhes foi negado. O levita então, ao invés de tomar uma posição que lhe cabia, entregou sua mulher aqueles homens para que abusassem dela, e seu anfitrião provavelmente fez o mesmo com sua filha virgem. Pela resposta dada do ancião aos homens, parece que ele estava querendo ter relacionamentos homossexuais com o levita, porque caso não o fosse, não teria protegido o levita que ele nem conhece a tal ponto de oferecer a sua própria filha para a turba de tarados enfurecidos. E pelo visto, o levita consentia em tal coisa, porque ele mesmo também jogou sua mulher aos homens da cidade, afim de proteger-se. O relato conta que a mulher foi estuprada da noite até o nascer do sol, e morreu. O espírito que habitava em Sodoma e Gomorra, rodeava aquele lugar… Mas Deus não deixou essa terrível depravação impune, a cidade inteira foi destruída pela sede de vingança dos israelitas que executaram o juízo divino.

O tempo foi passando, mas a ideologia sodomita perdurou até Roma e a Grégia Antiga. Nesse período, a sociedade greco-romana estava tão acostumada ao sexo, que eram promovidas verdadeiras orgias em público nas saturnálias, o homossexualismo era descarado até mesmo entre os imperadores romanos, o incesto era estimado em alta conta e a prostituição era uma atividade profissional comum. Tudo isso porque a sociedade romana relativizou ao extremo o sentido do sexo. Na verdade, tudo isso era reflexo externo da corrupção e depravação interna de cada pessoa daquela cidade.

Hoje, estamos indo pelo mesmo caminho. Roma, Sodoma e Gomorra ressucitaram do pó e da cinza. A situação está cada vez mais caótica. Agora, o homossexualismo virou ídolo, o Estado estimula as práticas sexuais cada vez mais cedo entre jovens e adolescentes. Tudo começou quando o movimento hippie pregava “faça amor, não faça a guerra!” há alguns anos atrás, enquanto o neoliberalismo e as ideologias pós-modernas se infiltravam sorrateiramente dentro de diversos setores sociais, redefinindo aos poucos a definição de sexo. A partir daí, o movimento gay tomou força considerável, avançou na mídia e agora está escancarado em vários lugares, tendo o direito de mandarem e desmandarem no governo. O governo, através de campanhas de distribuição de preservativos anda incentivando o sexo entre adolescentes deforma desenfreada, como se fosse a coisa mais normal do mundo dois adolescentes (e até mesmo crianças) em plena idade escolar saírem transando por aí. A pornografia tem arrasado casamentos, famílias, vidas e igrejas, transformando crianças, jovens e adultos em escravos do pecado e de seus próprios desejos.

A situação está cada vez pior. A ideologia sexista de hoje tem feito estragos consideráveis na vida de milhões de pessoas, principalmente em países da Europa. Na Inglaterra foi noticiado recentemente que uma menina de seis anos de idade era diariamente estuprada por seus colegas, que a agarravam à força. Tal fato se deve à nova política de educação sexual nas escolas da Inglaterra, onde as crianças aprendem quase como uma aula de relações sexuais práticas. Curiosamente, o governo não fez absolutamente nada, alegando a idade dos envolvidos… Um abuso de fato! Na Holanda, há total liberdade para se fazer sexo nos parques públicos depois de certo horário. Em Madrid, já é possível andar nu pelas ruas sem constrangimento ou ameaça de prisão. Na Alemanha, alguns pais estão sofrendo perseguição do governo por educar seus filhos em casa devido ao que o governo chama de “educação sexual”, que consiste em exibir cenas pornográficas para crianças e adolescentes… No Brasil, educação sexual basicamente é “faça sexo à vontade, mas use camisinha!”. Na verdade, usa-se a dialética hegeliana (problema, reação, solução) para manipular a população de modo que essa pense que estará apenas satisfazendo seus desejos; O processo dialético é mais ou menos o que se segue:

Primeiro, o problema: o relacionamento sexual precoce na juventude, sem nenhum tipo de compromisso firmado com o parceiro e a consequência mais provável disso, a gravidez.

Segundo, a reação: os jovens sentem cada vez mais desejo de fazer sexo, devido a constante inundação de propaganda sensual e pornografia nos meios de comunicação de massa.

Por fim, a solução: façam sexo a vontade, com quem quiser, apenas se lembre de usar camisinha ou outros métodos contraceptivos!

Nos EUA, a situação é ainda pior. Existe por lá uma organização chamada NAMBLA (Associação Norte-Americana para o Amor entre Homens e Meninos), cujo interesse maior é acabar com as leis de criminalização da pedofilia, o que significa legalizar quaisquer tipos de relacionamento sexual entre adultos e crianças. Ainda que a NAMBLA seja pouco conhecida, seu ativismo tem aos poucos criado mudanças na sociedade norte-americana. E, se depender do relativismo do pensamento pós-moderno, isso vai acabar acontecendo, mais cedo ou mais tarde. A pedofilia ainda é escândalo na sociedade, mas quanto mais casos forem divulgados, mais a sociedade vai se acostumar a isso, e no final vai acabar aceitando o fato como normal… Assim é que se produz mudanças de opinião social. Dado um problema polêmico, faça com que a sociedade se acostume a ele de tal forma que em alguns anos já não seja mais polêmico e nem problema. Assim se deu a manipulação da sociedade para aceitação da ideologia homossexual, a desvalorização do matrimônio, a banalização do sexo, as políticas abortivas etc…

Creio eu que o grande apoio dos governos aos movimentos homossexuais, ao movimento feminista e quaisquer outros que venham a ter relação com a sexualidade é simplesmente uma forma de controle populacional. Como? Nada mais simples. Se os governos tem uma meta que é a de manter a população mundial abaixo dos 500 milhões de habitantes, conforme as Pedras-Guia da Geórgia anunciam, então nada mais fácil do que impedir novos nascimentos atravez do incentivo às relações que não tem perigo de concepção, tais como as relações homossexuais.Adiciona-se a isso os esfor­ços de legalização do aborto disfarçadas de “politicas de direitos das mulheres”, o extenso crescimento de mortes por meio de DSTs (devido ao incentivo à fornicação e ao adultério presente nas mídias e escolas) e a desvalorização do papel de mãe pelas próprias mulhers em prol de uma falsa “libertação sexual”. Assim, o sistema mata silenciosamente milhões de pessoas no mundo inteiro…

Pier Paolo Passolini, em seu polêmico filme “Saló, ou 120 Dias de Sodoma” nos mostra o futuro degradante que a humanidade terá se a situação assim continuar. No filme, que retrata os abusos cometidos contra os jovens durante o período da Itália Fascista, ele nos conta como a deturpação, a relativização e a degradação do sexo irá nos afetar no futuro próximo. No filme, o sexo é mostrado como um ato hedonista extremo, onde o poder e a religião mantém um substancial controle sobre a sexualidade, para satisfazer seus próprios desejos à custa das pessoas comuns, tratando-as como se fossem meros objetos ou até menos do que isso. As cenas nos msotram como o Estado Imperialista estupra a sociedade mediante a perversão da sexualidade, nos apresentando atos imorais como incesto, sodomia, sadismo e sadomasoquismo de forma divinizada e depois leva a sociedade inteira para a morte. Nesse processo, a religião tem um papel importantíssimo, porque faz com que a sociedade obedeça ao Estado crendo que está obedecendo a Deus e ao mandamento do “amor” ao apoiar as medidas estatais, além de contribuir criando  assim como os israelitas fizeram, um deus tolerante, que não condena ninguém pelas suas fornicações ou que até mesmo as incentiva. O cineasta japonês Nagase Oshima nos mostra um fato parecido. No filme Ai No Corida ele mostra o único caminho onde a idolatria ao sexo leva o homem… para a morte.

O relativismo de nossos dias tem retirado qualquer valor moral em relacão à sexualidade, afrmando que o que está escrito na Biblia é coisa do passado e/ou que não tem valor para a cultura moderna, mas o julgaamento de Deus é claro, e Ele nos pede para olharmos em direcão ao passado e nos arrepender, olhando aquilo que esta servindo de exemplo, como está escrito:

“Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.” – Judas 1:7

E ainda:

“E condenou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra, reduzindo-as a cinza, e pondo-as para exemplo aos que vivessem impiamente;” – 2 Pedro 2:6

“Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus”. – 1 Coríntios 6:9

Isto não é brincadeira! Deus está nos mostrando o destino que terá uma pessoam ou nacão que vive impiamente! O Brasil está corremdo o risco de se colocar debaixo da ira de Deus… É bom prestarmos bastante atencão no texto de Isaías citado no comeco desse artigo, onde o profeta fala que se Deus não tivesse deixado um PEQUENO remanescente, Israel seria como Sodoma e Gomorra… E nós? Sodoma renasceu em pleno século XXI, retornando do inferno, cheirando a enxofre. Caro amigo, a resistência a cultura sexista de Sodoma será árdua, dura, e extremamente crucificante, principalmente para os jovens, mas precisamos crer que se resistirmos até o sangue por amor ao Senhor, ao nosso próximo e ao nosso cônjugue, Deus nos recompensará grandemente. Hoje Ele nos chama a fazer parte do Seu exército remanescente na Terra, como está escrito:

~Sai dela povo meu, para que não sejes participantes de seus pecados, e sofras todas as suas pragas”- Apocalipse 18:4

Resta a nós fazermos parte desse remanescente, que apesar de ser pequeno, não será desprezado pelo Senhor!

RAZÕES PRÁTICAS PARA MANTER-SE CASTO

25/02/2010 9 comentários

Vivemos numa cultura onde o ato sexual antes do casamento (fornicação) virou algo tão comum que nem mesmo nas ditas igrejas cristãs há valorização da castidade. O sensualismo tomou conta de praticamente tudo o que vemos, lemos ou ouvimos. E em meio a essa confusão, Deus chama seus verdadeiros servos, o pequeno remanescente, para fazer a diferença.

A prática do sexo antes do casamento (bem como fora deste), é condenada pela Bíblia. E curiosamente, há muita gente dentro da igreja que pergunta onde está escrito tal condenação. Isso ocorre por falta de ensino claro e preciso sobre os preceitos do Evangelho. Logo, muitos jovens cristãos que estão namorando caem em tentação e acabam sucumbindo à fornicação, por lhes faltar a educação necessária em sua igreja. Em geral, o máximo que ocorre é o pastor abrir num livro da Bíblia e dizer que está escrito que o cara não deve transar antes do casamento, e mais nada.

Bem, se tais argumentos não o convencem a manter sua castidade, pretendo nesse artigo compor alguns conceitos e levantar algumas questões em relação à abstinência sexual., afim de mostrar algumas razões práticas para manter sua castidade até o casamento.

Deus criou o homem e a mulher e disse: Vocês se unirão e formarão uma só carne. Isso significa basicamente que quando o ato sexual ocorre, há uma fusão dos dois corpos participantes, e os dois se tornam um. O problema é que não tem como ter uma unidade sem ter um compromisso. A partir do momento em que você se une ao seu parceiro, você é parte dele, e ele é parte de você. Nisso consiste essa unidade. Por isso a Palavra de Deus afirma que o corpo do marido pertence à sua esposa e o da esposa ao seu marido. Agora, você gostaria que uma pessoa estranha fizesse parte de você? Hoje os namoros relâmpagos estão acabando com a nossa juventude. Além de quebrar uma pessoa emocionalmente, esses namoros costumam ser levados até a cama. Com isso, a promiscuidade tem deixado partes estranhas de outros parceiros em muitos jovens, arrasando sua individualidade. Por isso é que o compromisso é absolutamente necessário para o ato sexual. No casamento, um homem e uma mulher que realmente se amam terão feito votos de fidelidade eterna um ao outro. Por isso que o casamento é uma aliança, um pacto. E a culminação dessa aliança é o ato sexual. O ato sexual é algo tão poderoso que une duas carnes afim de formar uma só. E dessa força movida pelo amor, nasce um novo ser. É algo que nem a Física Quântica consegue explicar. Por isso, o sexo não deve ser banalizado como se tem feito hoje.

Alguns costumam dizer: Sexo com amor não é pecado! Se dois namorados se amam, não há porque não transar! Bom, essa é a definição que está na maioria das pessoas de hoje. Mas há um problema que deve ser resolvido. Se os dois realmente se amam, porque não se casam? Se o motivo de não se casarem é financeiro, então o casal não tem o direito de fazer sexo, porque não terão condições de criar um filho. Aí vem os defensores da camisinha. “Use camisinha! Faça sexo, mas com camisinha!” – gritam eles. Até o governo incentiva o uso dos preservativos e tem distribuído gratuitamente milhões de camisinhas para os jovens. Os meios de comunicação tem espalhado o mito do sexo seguro. A idéia é: transe com quem você quiser, na hora que quiser, contando que seja seguro, isso é, tenha proteção. Curiosamente, um estudo recente realizado pela Universidade de McGill no Canadá concluiu que aproximadamente 56% dos jovens que praticaram o sexo antes do casamento foram infectados com o HPV. Isso significa que a cada 2 desses jovens,1 estava infectado. O HPV é uma doença sexualmente transmissível a qual a camisinha não protege. Logo, é um aviso aos defensores do sexo seguro. Outro problema a ser levado em conta é o risco sempre iminente da camisinha se rasgar.  Sendo assim, dizer que a camisinha é um método seguro de evitar a gravidez ou DSTs é uma tremenda mentira. Mas, voltando ao ponto principal da questão. Quem não tem paciência para esperar até ter condições plenas de se casar com a outra pessoa e quer fazer sexo com ela NÃO SABE O QUE É AMOR! Se amor for simplesmente um mero sentimento, isto não é amor, e o relacionamento tende a acabar em algo muito ruim. Alguns costumam chamar o ato sexual de “fazer amor”. Até que isso não está tã longe da verdade, mas é mal aplicado. Se “fazer amor” é simplesmente fazer sexo com uma pessoa que amanhã você não vai ver mais, então já cai por terra a idéia expressa na frase. Sexo exige compromisso, porque o amor exige compromisso. Você gostaria que sua mãe te amasse hoje e amanhã te dizer que não ama mais? Você acharia isso uma expressão de amor? Teria algum sentido isso? É lógico que não. Assim é também o relacionamento sexual. Ele só faz sentido mediante um compromisso assumido por um homem e  uma mulher de que vão ser fiéis um ao outro até a morte. E esse compromisso se chama casamento.

O sexo exige também entrega um ao outro. Se dois namorados estão apaixonados e acabam fornicando, não pode haver entrega ali, mas um desejo de satisfação da sua própria sensualidade. Sem entrega o sexo se reduz a usar o corpo do outro para o prazer próprio. Me refiro a “entrega” como a confiança plena que uma pessoa tem na outra, de tamanho tal, a ponto dela entregar a essência do seu próprio ser, uma entrega de corpo, mente e alma. Você entregaria sua casa para uma pessoa que nem conhece? Você entregaria algum objeto que vocé tem de mais valioso para alguém que não confia? Então porque entregaria aquilo que realmente tem valor pra você (seu corpo) a alguém que você não possui ainda plena confiança?

Num verdadeiro casamento, apesar das lutas e dificuldades, há amizade, companheirismo, cumplicidade, confiança, unidade e compromisso. Esses seis elementos necessariamente tem que ser fundidos por um sétimo, o amor, afim de que a expressão máxima de afeto (o ato sexual) seja de fato aquilo que foi planejada para ser. Dois namorados não possuem esses elementos. Se você está namorando, responda as seguintes questões: Vocês tem plena confiança um no outro, a ponto de acreditar que podem viver juntos lado a lado por toda a eternidade? Vocês tem uma relação de amizade a tal ponto de darem suas próprias vidas pelo outro? Vocês tem um companheirismo de tamanho tal que um abre  mão de seus “direitos” pelo outro? Vocês tem unidade e cumplicidade suficientes para se comportarem como se fossem uma só pessoa, e enfrentar as tribulações da vida juntos? Por fim, vocês tem tanto amor um pelo outro, que desejam firmar um compromisso de fidelidade mútua eternamente? Se sua resposta for sim, então firmem o compromisso matrimonial e desfrutem de toda a beleza que um relacionamento sexual pode lhes oferecer. Se  sua resposta para qualquer uma das perguntas for não, então não há porque praticar o sexo, pois um dos elementos está faltando.

Por fim, a juventude de hoje seria bem mais feliz se soubesse dar valor a pessoa que ama. Assim, saberá esperar até o momento certo para que um homem e uma  mulher tenha a realização que desejam na intimidade. Em geral, quando se fala em castidade, alguns gritam desesperados: é difícil manter-se casto nos dias de hoje! De fato o é, não nego. Com a sociedade moderna mergulhada em sensualismo e na cultura do sexo, manter-se casto é um privilégio de poucos, mas você consegue, basta querer! Faça isso não para agradar o pastor, para se manter bem na igreja ou para se dizer o santo, o puritano. Faça isso como prova de amor. Prove para Deus, para a pessoa amada, para o mundo e para você mesmo que você de fato ama essa pessoa. Dê para essa pessoa o maior presente que ela poderá receber de você: SUA PUREZA.

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Renato A. O. de Andrade

REFLEXÕES SIMPLÓRIAS DE UM JOVEM SOBRE O NAMORO…

08/10/2009 2 comentários

Por Renato A. O. de Andrade

namoroSegundo a ciência, o ser humano nasce, cresce, desenvolve, reproduz, envelhece e morre. De fato, essa é uma verdade histórica. Mas o ser humano, para fazer tudo isso, também tem que ser concebido por outro ser humano. Aí estamos falando da fase conhecida como reprodução. E, socialmente falando, o namoro e o casamento fazem parte dessa fase.
Nas relações humanas não há como escapar da atração física por alguém. E de fato, se essa atração for constantemente alimentada seja lá com o que for, acaba criando um relacionamento mais intimo com o outro.

Numa sociedade convencional, o mais comum é que duas pessoas do sexo oposto se conheçam e façam amizade. Logo depois, dependendo das circunstâncias à volta, podem começar um período curto ou longo de conhecimento mais “profundo” do outro, andando juntos, trocando idéias, carinhos e outras coisas mínimas,num tempo comumente chamado de “namoro”, até um tempo em que desejam permanecer juntos para sempre, então começa um período chamado de “casamento” . Esse é, pelo menos, o retrato de uma sociedade convencional.
Em uma sociedade sensual, isto é, onde o sexo é banalizado, onde o sensualismo e os desejos da carne estão à flor da pele, namoro é o período em que você simplesmente resolve se aproveitar de alguém por algum tempo, com direito a tudo, inclusive ao sexo. Casamento é um período onde você deseja levar o seu namoro mais a fundo e simplesmente se casa para fazer o que já estava fazendo antes, só que agora tem assinatura no papel e um certo “prestígio” maior no meio social. E se não der certo (afinal, nada mais é do que um namoro no papel), separa. Separa e volta à temporada de caça.
Mas… Essas duas sociedades são simplesmente enganações do diabo. Essas duas concepções de namoro e casamento são fruto da promiscuidade e falta de moral e ética do mundo moderno. O real plano de Deus para os relacionamentos humanos desse tipo é outro. Vamos analisar atentamente alguns pontos chaves que qualquer pessoa com bom senso e raciocínio conseguirá entender perfeitamente um pouco acerca do plano de Deus para o casamento. Para esse texto, a partir daqui adotaremos a convenção sociedade para ambos os tipos de sociedades mencionadas acima, a convencional e a sensual.
O namoro é uma fase um tanto desconcertante para alguns. A sociedade convencionou que o namoro é uma fase onde você conhece uma pessoa, tem uma certa intimidade maior com ela através de beijos e abraços e umas noitadas juntos. Também se diz que nesse período você poderá ter quantos namoros quiser, isto é, aproveite para “pegar”, experimentar, usar, enfim, fazer um test-drive em cada carro antes de comprá-lo. Até mesmo no meio cristão, se naamora desse jeito, com a diferença de que algumas vezes o parceiro também é cristão. E nossos jovens estão namorando cada vez mais cedo, com uns 15, 14, 13 anos, onde nessa idade deveriam estar brincando. Dizem que os tempos mudaram e que por isso, a  idade correta também deve mudar. Ora, de fato os tempos mudaram, mas o crescimento do corpo e da mente humana em geral continuam os mesmos desde a época da queda do homem. Uma criança de 13 anos definitivamente não tem nem corpo nem mente preparados adequadamente para um relacionamento como o namoro. E toda essa troca-troca de namoradinhos por aí só pioram a pessoa psicologicamente, pois se ela teve uns 10 namorados e depois se casou, seu casamento tem chances absurdas de não dar certo. Se uma pessoa quer encarar um namoro com base nos planos de Deus, deve verificar alguns fatos que devem ser respondidos por ela mesma:
1° – Namorar para quê?
Antigamente não havia namoro, nem noivado. Simplesmente as pessoas casavam-se e se davam em casamento. Hoje creio que o namoro faz parte da vida conjugal de um casal, mas se tiver um objetivo: o de construir um casamento e uma família o mais rápido possível. Como assim? Se você está namorando para conhecer uma pessoa que você mal viu, já está fadada a um casamento não muito bom. Logo, para namorar uma pessoa você deve primeiramente pensar: Pra quê vou namorar? Tenho condições de construir uma família agora? Conheço realmente tal pessoa, a ponto de entregar totalmente a minha vida a ela? Senão, para que então encarar um relacionamento assim? O namoro deve estar voltado exclusivamente com o objetivo final do casamento. O verdadeiro namoro deve começar já em noivado. Aliás, se esse é seu objetivo, simplesmente vá e peça a pessoa em casamento! Claro, antes é preciso que o casal tenha compreensão mútua e ser aberto ao diálogo, para que possam avaliar a possibilidade do matrimônio.
2° – Namorar com quem?
Como disse, é preciso avaliar se realmente conheço a pessoa  com a qual pretendo me casar. E para isso, não preciso do namoro que a sociedade prega. Se você conhece a pessoa, sua família e seus amigos, enfim, conhece seu círculo de relacionamentos, e tem a confiança e o agrado deles, então você tem  boas chances de ter um grande percentual de crédito sobre essa pessoa. Fazendo isso, isto é, começando um sólido relacionamento de amizade desde o começo, conseguirá bons resultados futuramente. Passe dois, três ou mais anos tendo amizade com ela e conhecendo-a para só então ter certeza se deseja e se vale a pena mesmo se relacionar a ponto de construir uma vida juntos.
Além disso, outra pergunta deve ser feita: seus pais aprovam? Sim, isso mesmo. Se seus pais não aprovarem, não vá adiante! Nossos pais sempre querem o melhor para nós, e por isso, devemos ouví-los em relação a isso também.
Avaliar fatores culturais, sócio-econômicos e religiosos podem influenciar num namoro. Por exemplo, infelizmente um pobre orgulhoso dificilmente conseguirá se relacionar com um rico generoso e vice-versa. Há excessões, mas um pouco de julgo desigual irá trazer algumas consequências mais tarde. A cultura também deve ser avaliada, pois um gesto pode ser bom em um lugar e ofensivo em outro. Logo, se vai um casamento por causa de um simples gesto!

3° – O fim do namoro deverá ser o casamento

Isso mesmo. Nada de namorar se você não tem objetivo de se casar com aquela pessoa. Do contrário, você estará se aproveitando dela, indo diretamente para o que a sociedade sensual prega. E tenha em mente que o casamento é algo tão sério que Deus utiliza-o como metáfora para o seu relacionamento com o ser humano. Deus quer casar conosco! E ele não deseja se separar de nós. É por isso que Ele odeia o divócio. O casamento é indissolúvel aos olhos de Deus, tenha isso em mente ao namorar. E o sexo está reservado para o casamento porque também é uma metáfora para a intensidade do prazer que teremos quando estivermos juntos com o Senhor. Por isso Deus abomina o sexo fora do casamento.
Portanto, se está pretendendo namorar sem ter o objetivo de se casar, espere! O tempo é o melhor auxiliador para a maturidade. Se a pessoa com quem você está morrendo de amores está nova demais para se casar ou não tem maturidade para encarar um relacionamento sério, não a namore ainda. O verdadeiro amor espera, não importa o quanto!

4° – Estou no tempo certo?

Tenho condições financeiras, psicológicas, físicas para namorar? Sim, porque o namoro e o casamento envolvem dinheiro. E dinheiro não se consegue à toa. Se você está estudando principalmente em uma faculdade, não namore agora, primeiro porque não terá dinheiro, segundo porque terá que cortar tempo de uma das duas coisas (principalmente se sua faculdade for federal…). E, se agora você não tem tempo para nada, quanto mais no casamento onde terá uma família! E sabemos quais são os resultados de pais que passam tempo longe da família…
Assim, espere o tempo certo. Dê tempo ao tempo! E qual é o tempo certo? Bem, isso eu não sei ainda, mas o que eu disse até agora é simplesmente uma questão de lógica e bom senso. Se você é muito jovem, mas tem condições plenas de se casar, então vá em frente se seu objetivo final for esse!
Não se deve prolongar muito o período do namoro, pois a sensualidade do mundo atual é perigosa e os hormônios e desejos podem não reagir muito bem a isso. Portato ao namorar tenha em mente a curta duração, no máximo de 6 meses à um ano, pois depois disso, aguentar os desejos fica cada vez mais difícil e muitos casais acabam caindo. Não adie a oportunidade de casamento!
E ao se casar. não veja os filhos como obstáculos. Eles são herança do Senhor, e dádivas que definitivamente não merecemos! Por isso, os casais de namorados devem ter em mente a bênção dos filhos gerados dentro do matrimônio. Deus deu ao ser humano o incrível dom gerador da vida. Não desperdice esse dom com qualquer pessoa em qualquer tempo!

Ora, não estou tão velho assim afinal, mas como jovens responsáveis que todo cristão deve ser, temos que pensar um pouco sobre isso. Namoro não é se aproveitar de alguém por um tempo e depois deixá-lo de lado. Namoro deve ser a preparação para o casamento e tem que ser bem feito, com responsabilidade, amor e compreensão da hora certa. No momento final, verá o quanto valeu a pena esperar!