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Archive for the ‘Aberrações Gospel’ Category

RESTITUI, EU QUERO DE VOLTA O QUE É… MEU!!??

Por Renato A. O. de Andrade

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Uma das músicas do cenario gospel  brasileiro mais conhecidas é a Restitui. Baseada na chamada Teologia da Restituição, essa música tem mexido com o coraçao dos crentes brasileiros. E é justamente por causa desse entusiasmo por essa música que eu comecei a perceber o quanto ela e perigosa. Por isso, pretendo fazer uma análise cuidadosa das principais partes da música, levando em consideraçao a comparaçao da letra com a Palavra de Deus demonstrada no Livro de Jó.

Ela começa assim:

“Os planos que foram embora, o sonho que se perdeu, o que era festa e agora, é luto do que já morreu. Não podes pensar que este é o teu fim, não é o que Deus planeJóu, levante-se do chao, erga o clamor…”

O contexto da música parece ser voltado para as pessoas que perderam alguma coisa que gostavam muito, em sua maioria bens materiais, seja prosperidade financeira, casa, carro e outras coisas a mais. Pois bem, ai ja comeca o problema.  A música se aproveita da ilusao de sofrimento das pessoas e acabam fazendo com que elas passem a exigir de Deus uma restituição daquilo que foi “perdido”.

Na primeira parte, ela comeca falando dos planos que foram embora, de sonhos que se perderam. Mas… que sonhos? Que planos? O verdadeiro servo de Deus deixa que o Senhor lhe estabeleça Seus planos em sua vida. Porem, a música mesmo diz que esses planos que foram embora não eram planos de Deus, porque diz que eles foram embora, logo não eram de Deus, pois nossos planos tem que morrer para que os planos de Deus entre em nossas vidas. Entao porque o cara ta chorando e pedindo a restituição de seus planos? A propria música se contradiz, porque logo depois ela diz que esses planos não eram de Deus!

Alguns ministrantes (sejam pastores ou cantores), afim de  criarem todo um clima de emocionalismo quando se canta essa música, dizem algo assim: “Se voce tem alguma coisa que o DIABO levou, cante essa música que Deus restituirá o que foi levado embora”.  Isso é no minimo um absurdo. Podemos verificar no Livro de Jó que o diabo atingiu Jó porque era da vontade de Deus que isso ocorresse, afim de mostrar ao proprio diabo que ele não tem controle sobre nada nesse mundo que não venha ao menos da permissao do Senhor. Logo, se a premissa de que o diabo levou é válida, entao a pessoa não tem o que reclamar porque foi a vontade soberana de Deus que aquilo ocorresse. Digo  SE a premissa for válida, porque na verdade ela não é. Não é, porque o proprio contexto da música diz isso: “Não é o que Deus planejou…”  definitivamente é a pior parte da música. Como é que se sabe que Deus não planejou? Se uma pessoa fica pobre de uma hora pra outra é porque Deus não planejou? Ora, vamos, se Deus não planejou, entao logicamente o diabo não levou nada da riqueza  da pessoa. Logo, a premissa de que o diabo levou é absurdamente falsa.  Entao quem é que levou embora o que a pessoa tinha? A propria pessoa! Sua irresponsabilidade foi a causa principal. Mesmo que seja uma crise que venha a arrasar a economia do pais por exemplo, ainda assim ninguem poderia culpar ao diabo ou a Deus por causa disso. Logo, Deus não tem a obrigaçao de restituir NADA.  Alem disso, dizer que não foi o que Deus planejou é pretensioso demais. Quem a pessa pensa que é para dizer que sua situaçao não foi parte do plano de Deus? O engraçado é que Jó nunca reclamou de sua situaçao quando Deus lhe tirou tudo. Pelo contrário, ele nos da uma fantástica lição de humildade: “O Senhor deu, o Senhor tirou, LOUVADO SEJA O NOME DO SENHOR!” (Jó 1:21). Ao contrário da música, Jó nunca pediu restituição do que supostamente o diabo lhe retirou. Pelo contrário, confiou no Senhor e esperou a Sua justiça.

“Restitui, eu quero de volta o que é meu! …”

Essa é a parte culminante da música. Aqui, depois de dizer que sua situaçao não é da vontade de Deus, o cantor coloca Deus contra a parede e ordena a restituição daquilo que é supostamente seu. Mas espere um pouco… o cantor tem alguma coisa dele? Desde quando somos donos de alguma coisa? Se como milhares de pessoas dizem por ai, Deus é dono de tudo, então não temos nada, nem somos nada. Logo, porque o cara reclama e exige a restituição daquilo que legitimamente pertence a Deus?? Fico pensando nas palavras de Jó… Jó reconheceu que tudo vem do Senhor, mas ao contrario do cantor, ele reconhece tambem o direito de Deus de retirar o que Ele lhe deu. A música retira a humildade das pessoas, que passam a exigir de Deus ao inves de confiar e esperar na Sua graça e misericordia. Em suma, o que a pessoa quer cantar é “Eu lhe ordeno que restitua tudo o que voce deixou levar! Porque era meu, Meu, MEU!!”. Essas pessoas não sabem o que é temer ao Senhor, porque não sabem com quem estão lidando. Pessoas assim costumam olhar para Deus como se ele fosse um empregado, um escravo ou no maximo um genio da lampada. Estão acostumadas a enxergarem Deus somente quando tudo vai bem. Ai desses se não se arrependerem e se voltarem ao Senhor!

Diante do exposto, fica o alerta para as igrejas que se dizem sérias e a servico do Senhor.

Que o Senhor nos lembre sempre das sabias palavras de Jó!

COMO ZAQUEU?

30/09/2009 4 comentários
Por Pr. Ciro Sanches Zibordi
zacchaeus-in-a-treeAlguns internautas têm me instigado a analisar a composição “Faz um milagre em mim”. Eu vinha evitando fazer isso, a fim de não provocar a ira dos fãs do cantor que interpreta esse hit “evangélico”. Afinal, vivemos em uma época em que dar uma opinião à luz da Bíblia desperta a fúria daqueles que dizem ser servos de Deus, mas são, na verdade, fãs, fanáticos e cristãos nominais.

Resolvi, pois, atender os irmãos que desejam obter um esclarecimento quanto ao conteúdo da canção mais cantada pelo povo evangélico na atualidade, a qual começa assim: “Como Zaqueu, eu quero subir o mais alto que eu puder”.

Primeira pergunta para reflexão: Zaqueu, quando subiu na figueira, era um seguidor de Jesus, um verdadeiro adorador? Não. Ele era um chefe dos publicanos, desobediente a Deus e corrupto (Lc 19.1-10). Nesse caso, como um crente em Jesus Cristo, liberto do poder do pecado, pode ainda desejar ser como Zaqueu, antes de seu maravilhoso encontro com Jesus?

Segunda pergunta para reflexão: Por que Zaqueu subiu naquela árvore? Ele estava sedento por salvação? Queria, naquele momento, ter comunhão com Jesus? Não. A Palavra de Deus afirma: “E, tendo Jesus entrado em Jericó, ia passando. E eis que havia ali um varão chamado Zaqueu; e era este chefe dos publicanos, e era rico. E procurava ver quem era Jesus, e não podia, por causa da multidão, pois era de pequena estatura” (Lc 19.1-3). Ele não subiu na figueira porque estava desejoso de ter comunhão com Jesus, mas porque estava curioso para vê-lo.

Terceira pergunta para reflexão: O verdadeiro adorador deve agir como Zaqueu, ou como o salmista, que, ao demonstrar o seu desejo de estar na presença de Deus, afirmou: “Como o cervo brama pelas correntes das águas, assim suspira a minha alma por ti, ó Deus! A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando entrarei e me apresentarei ante a face de Deus?” (Sl 42.1,2)? Será que o pecador e enganador Zaqueu tinha a mesma sede do salmista? Por que um verdadeiro adorador desejaria ser como Zaqueu?

Mas o hit “evangélico” continua: “Só pra te ver, olhar para ti e chamar sua atenção para mim”. Outra pergunta para reflexão: Será que precisamos subir o mais alto que pudermos para chamar a atenção do Senhor? Zaqueu, segundo a Bíblia, subiu na figueira por curiosidade. Mas Jesus, olhando para cima, lhe disse: “Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa” (Lc 19.5). Observe que não foi Zaqueu quem chamou a atenção de Jesus. Foi o Senhor quem olhou para cima e viu aquele pecador perdido e atentou para ele (cf. Mt 9.36).

A atitude de Zaqueu que nos serve de exemplo não foi o subir, e sim o descer, para atender o chamamento de Jesus: “E, apressando-se, desceu, e recebeu-o gostoso” (Lc 19.6). Por conseguinte, pergunto: O adorador, salvo, transformado, precisa subir para chamar a atenção de Jesus? Não. Na verdade, o Senhor está com o contrito e abatido de espírito (Is 57.15). Espiritualmente falando, Ele atenta para quem desce, e não para quem sobe (Sl 138.6; Lc 3.30).

Mais uma pergunta para reflexão: Se a atitude que realmente recebe destaque, na história de Zaqueu, foi a sua descida, por que a canção enfatiza a sua subida? O mais lógico não seria cantar “Como Zaqueu, eu quero descer”? Reflitamos. Afinal, como diz uma frase que circula na grande rede, o Senhor Jesus morreu para tirar os nossos pecados, e não a nossa inteligência.

A composição não é de todo condenável, pois o adorador que se preza deve mesmo cantar: “Eu preciso de ti, Senhor. Eu preciso de ti, ó Pai. Sou pequeno demais, me dá a tua paz”. Mas, a frase seguinte provoca outra pergunta para reflexão: “Largo tudo pra te seguir”. Estamos mesmo dispostos a largar tudo para seguirmos ao Senhor? E mais: É preciso mesmo largar tudo para segui-lo?

O que o Senhor Jesus nos ensina, em sua Palavra? Em Mateus 16.24, Ele disse: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me”. Renunciar não é, necessariamente, abandonar, largar, mas pôr em segundo plano. A própria família pode ser um obstáculo para um adorador. Deve ele, nesse caso, largá-la, abandoná-la? Claro que não! Renúncia equivale a priorizar uma coisa em detrimento de outra.

Não precisamos largar a família, o emprego, etc. para seguir o Senhor! Mas precisamos considerar essas coisas secundárias ante a relevância de priorizar a comunhão com Jesus (Mt 10.27). Nesta última passagem vemos que o adorador deve amar prioritariamente o Senhor Jesus, mas sem abandonar tudo para segui-lo! Não confundamos renúncia com abandono. O que devemos largar para seguir a Jesus é a vida de pecado, e não tudo.

A canção continua: “Entra na minha casa. Entra na minha vida”. O compositor se refere a Zaqueu, mas não foi este quem convidou o Senhor para entrar em sua casa. Na verdade, foi Jesus quem lhe disse: “Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa” (Lc 19.5). Nota-se, pois, que esta parte da canção não é essencialmente cristocêntrica, e sim antropocêntrica. Mais uma pergunta para reflexão: O hit em apreço prioriza a obra que Jesus faz na vida do pecador, ou dá mais atenção ao que o homem, o ser humano, faz para conseguir o que deseja? A canção enfatiza a Ajuda do Alto, ou a autoajuda?

Outra pergunta: Um verdadeiro adorador, um servo de Deus, alguém que louva a Jesus de verdade, que canta louvores ao seu nome, não é ainda uma habitação do Senhor? Por que pedir a Ele que entre em nossa casa e em nossa vida, se já somos moradas de Deus (Jo 14.23; 1 Co 6.19,20)?

A parte mais contestada da composição em apreço sinceramente não me incomoda muito: “Mexe com minha estrutura. Sara todas as feridas”. Que estrutura seria essa? No Salmo 103.14 está escrito: “… ele conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó”. Deus, é claro, conhece-nos profundamente. Ele conhece a totalidade do ser humano: espírito, alma e corpo (1 Ts 5.23; Hb 4.12). Creio que o compositor tomou como base o que aconteceu com Zaqueu. O seu encontro com o Senhor mudou a sua vida por completo, “mexeu com a sua estrutura” (Lc 19.7-10). Deus faz isso na vida do pecador, no momento da conversão, e continua a transformar os salvos, a cada dia (2 Co 3.18).

Quanto a sarar feridas, o Senhor Jesus de fato nos cura interiormente. Mas não pense que estou aqui defendendo a falsa cura interior, associada a regressão psicológica, maldição hereditária, etc. Não! O Senhor Jesus, mediante a Palavra de Deus e a ação do Espírito Santo, cura os quebrantados do coração, dando-lhes uma nova vida (Lc 4.18; 2 Co 5.17).

Diz ainda a canção: “Me ensina a ter santidade. Quero amar somente a ti. Porque o Senhor é o meu bem maior”. Sendo honesto e retendo o que é bom na composição (1 Ts 5.21), Deus, a cada dia, nos ensina a ser santos, em sua Palavra (Hb 12.14; 1 Pe 1.15-25). Além disso, Ele é, sem dúvidas, o que temos de mais precioso mesmo e, por isso, devemos amá-lo acima de todas as coisas (2 Co 4.7; Lc 10.27).

Quanto à última frase “Faz um milagre em mim”, o compositor comete o mesmo erro de português constante da campanha de publicidade da Embratel: “Faz um 21”. Na verdade, no caso da canção o correto seria: “Faze um milagre em mim”. E, no caso da Embratel: “Faça um 21”. (…)

Diante do exposto, que os pecadores, à semelhança de Zaqueu, desçam, humilhem-se, a fim de receberem a gloriosa salvação em Cristo (Lc 18.9-14). E quanto a nós, os salvos, os verdadeiros adoradores, em vez de subirmos o mais alto que pudermos, que também desçamos a cada dia, humilhando-nos debaixo da potente mão de Deus (1 Pe 5.6), a fim de que Ele nos ouça e nos abençoe (2 Cr 7.14,15).”

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Comentário de Renatim::
Pois é, essa música tá sendo cantada até na Parada Gay de São Paulo e esse povo “crente” não percebe nada! Será que estamos tão cegos assim?
Desde quando uma música cristã é cantada nesse mundão afora? Somente se ela não for cristã!
Bem que eu já desconfiava…
Pra mim, essa música deveria ser cantada assim:
Como Zaqueu, eu quero ser rico…
É triste…
Categorias:Aberrações Gospel

10 MOTIVOS PARA NÃO PARTICIPAR DA MARCHA PRA JESUS

30/09/2009 5 comentários
Por Pr. Ageu Magalhães
Na última quinta-feira, dia 03/09, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que institui o Dia Nacional da Marcha para Jesus. Além da presença de Michel Temer, da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff e do senador e bispo da Igreja Universal, Marcelo Crivella, estavam presentes no evento os bispos Estevam e Sônia Hernandes, da Igreja Renascer em Cristo. O casal voltou ao Brasil no começo de agosto, depois de um período de dois anos e seis meses de prisão e liberdade condicional nos Estados Unidos. Eles foram condenados após tentar entrar no país com US$ 56 mil não declarados.
Antes de considerar o despropósito desta marcha, é preciso registrar a vergonha que temos ao ver o povo evangélico representado por um bispo da Igreja Universal do Reino de Deus e pelo casal Hernandes.

Entrando agora no mérito desta Marcha, alisto abaixo 10 motivos pelos quais nenhum cristão deveria participar desta marcha:

1. A igreja e a marcha são lideradas por um homem que se autodenomina apóstolo. Este é um erro cada vez mais freqüente em algumas denominações neo-pentecostais de nosso país. É sabido que o título “apóstolo” foi reservado àquele primeiro grupo de homens escolhidos por Cristo. Após a traição e suicídio de Judas, os apóstolos escolheram outro para ocupar o seu lugar (At 1.15-20), mas, como foi feita esta escolha? Que critérios foram usados? Ei-los: 1º) Ter sido discípulo de Jesus durante o seu ministério terreno; 2º) Ter sido testemunha ocular do Cristo ressurreto. Como pode alguém, hoje, ousar sustentar o título de apóstolo?

2. A igreja que organiza a marcha ensina Teologia da Prosperidade (crença de que o cristão deve ser próspero financeiramente), Confissão Positiva (crença no poder profético das palavras – assim como Deus falou e tudo foi criado, eu também falo e tudo acontece), Quebra de maldições (convicção de que podem existir maldições, mesmo na vida dos já salvos por Cristo) e Espíritos Territoriais (crença em espíritos malignos que governam sob determinadas áreas de uma cidade).

3. A filosofia da marcha está fundamentada em uma Teologia Triunfalista (tudo sempre vai dar certo, não existem problemas na vida do crente), tendo como base textos como Êxodo 14 (passagem de Israel no mar Vermelho) e Josué 6 (destruição de Jericó);

4. Uma das finalidades da marcha é promover curas e libertações;

5. A marcha não celebra culto, e sim show gospel;

6. Os líderes do movimento propagam que a marcha tem o poder de “mudar o destino de uma nação”;

7. Na visão do grupo, com base em Josué 1.3 “Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado”, a marcha é uma reivindicação do lugar por onde passam na cidade;

8. Na visão do grupo, a marcha serve para tapar as “brechas deixadas pelos atos ímpios de nossa nação”;

9. Na visão do grupo, a marcha destrói “fortalezas erguidas pelos inimigo em certas áreas em nossas cidades e regiões”;

10. A marcha tem caráter isolacionista, próprio de gueto, e não o que Cristo nos ensinou, a saber, envolvimento amplo na sociedade (Mt 5.13-16), com irrepreensível testemunho cristão (1Pe 2.12).

Ademais, é importante observar que toda a organização da marcha está centrada nas mãos de uma igreja apenas, excluindo-se o alegado caráter de união entre os evangélicos.

Tanta força e entusiasmo deveriam ser canalizados para a pregação do Evangelho a esta nação cada vez mais sedenta. As pesquisas indicam que os evangélicos já somam 15% da população brasileira, no entanto, a imoralidade, a corrupção e a violência são cada vez maiores em nosso país. Os canais de TV, os programas de rádio, bem como as marchas, não têm gerado transformação de vida em nosso povo.

A marcha que Cristo ensinou à sua igreja foi outra, silenciosa e efetiva, tal qual o sal penetrando no alimento (Mt 5.13); pessoal e de relacionamento, como na igreja primitiva (At 8.4); cotidiana e sem cessar, como entre os primeiros convertidos (At 2.42-47).

Que Deus nos restaure esta visão.

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FUNK GOSPEL: O FUNDO DO POÇO?

24/09/2009 8 comentários

Por Pr. Renato Vargens
http://renatovargens.blogspot.com

A denominada música gospel me causa arrepios. Confesso que não suporto mais ouvir tanto bobagem. Se não bastasse isso, eis que surge retumbante neste país tupiniquim o funk gospel. Infelizmente esse ritmo famigerado que tem sido incentivador da promiscuidade e violência nas grandes cidades, agora é evangélico. Para piorar a situação as músicas tocadas além de antropocêntricas, afrontam o bom senso, disseminando no povo de Deus conceitos antibíblicos e anticristãos. Além disso, as letras são extremamente burrificadas, além obviamente de afrontar o vernáculo.

Veja por exemplo essa “pérola” composta por Adriano Gospel Funk:

“Pras irmã e pros irmão
Que curte o som pancadão
Eu mando assim ó:
Vem pro gospel funk
Pra se divertir Com Jesus no coração
Você vai ser feliz então,
vem pro gospel funk
Pra se divertir Com Jesus no coração
Você vai ser feliz então pula e agora dança
A juventude, os adultos, os coroa e as crianças,
então pula e agora dança
A juventude, os adultos, os coroa e as crianças,
então pula e agora dança
A juventude, os adultos, os coroa e as crianças,
Ajuventude, os adultos, os coroa e as crianças,
Vem pro gospel funk pra se divertir…”

Pois é, confesso que ao ouvir essa coisa horrorosa fui tomado por um pavoroso sentimento de desespero. Francamente, pare, pense e responda: Isto é música? Por favor, seja sincero e responda: Isso significa louvar a Deus? Ah que saudade da boa música, ministrada, cantada, com unção, cuja melodia e letra eram inspiradas pelo Espírito do Senhor.

Definitivamente parece que nos últimos anos, a igreja de Cristo se perdeu no caminho em direção ao trono do Altíssimo. Sem sombra de dúvidas a coisa está feia!

Que o Senhor nosso Deus tenha misericórdia do seu povo e nos reconduza a sala do trono e que lá possamos adorá-lo integralmente entendendo assim, que a glória, o louvor, a soberania pertence exclusivamente a Ele.

Pense nisso!

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